No Impact Man – um ano vivendo sem produzir impacto ambiental

Sem elevador, carro, trem ou avião. Sem produtos industrializados de nenhuma categoria – comida, cosméticos, etc. Sem eletricidade, sem depositar lixo para coleta. A princípio, pode parecer que Colin Beavan se excedeu na marijuana orgânica e resolveu praticar aquele esporte chato do desprendimento material. Mas, ao assistir o trailler do documentário sobre a experiência dos Beavan, dá pra reconhecer o quanto a família aprendeu e ganhou com a experiência:

Quase chorei quando o tio mandou fora os potinhos de banheiro da dama. JÁ PENSOU?

Imagina só: um ano vivendo produzindo o menor impacto ambiental possível, reciclando lixo, comendo apenas vegetais orgânicos, usando como transporte bicicleta ou os próprios pés, subindo de escada ao invés de elevador. E o mais louco de tudo: criar uma criança de dois anos durante esses doze meses de libertação, sem Hi5 ou Lazy World. Muita gente chama de extremismo e diz que a iniciativa é lugar-comum e caça-níquel. Eu já acho que, se todo mundo fizesse diariamente um pedacinho do que os Beavans fizeram durante um ano todo, dava pra melhorar facinho a vida nesse mundão e colaborar para o fim dessas ventanias e chuvaradas entremeadas de calores infernais. Prontofalei.

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