E-mail da Mallu Magalhães

Mallu Magalhães é a atual figura mais divertida do meio musical brasileiro. Não porque sua produção tenha a qualidade de divertir os ouvintes/espectadores, mas porque qualquer aparição da menina é garantia de vergonha alheia. Não sei e não vou me dedicar a pensar sobre a razão por que a altista se comporta dessa forma (espero que só) em público, mas tenho certeza que dá pra ser bem mais boba e descompromissada filosoficamente com 16 anos. Pelo menos, eu fui; ainda assim, cantei (mal) um monte por aí.

Ríamos aqui na Polvo da Mallu ontem, enquanto a gata estava em destaque na capa da Meio Digital sobre a mesa de reunião, lembrando das reflexões rasas e confusas em que ela se perde durante qualquer entrevista. Cheguei em casa e fui folhear a última Info Exame, crente que mergulharia no mundo dos nerds sem trombar com qualquer interferência. EI-LA, o fenômeno da internet:

email da mallu

Clica que cresce!

Além da afirmação (he, precisa falar sobre a veracidade do dado?) usada na chamada, que fosse eu editora teria decidido que é um excelente motivo pra não ceder papel da revista para a altista, na mesma entrevista ela é perguntada se “É possível fazer música colaborativa pela internet”. O repórter está meio por fora do que anda rolando por aí, mas mesmo assim não merecia ouvir que “… Ou, ainda, em uma sala de bate-papo onde, em vez de palavras, fossem escritos sons“.

O_o

Cuma?

3 ideias sobre “E-mail da Mallu Magalhães

    • Obrigada pela correção, Cristina, ainda que ela seja desnecessária: sei como se escreve o nome do portador da doença, mas preferi o neologismo/artista do Cebolinha ao politicamente incorreto. Agradeço sua participação, volte sempre!

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