Bonito e instigante esse vídeo que dá o teaser sobre a enorme pesquisa que a Box1824 fez a respeito no novo sonho brasileiro, entrevistando jovens de 18 a 24 anos.
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Como crianças reagem a um prato vazio
Nem vou começar a falar sobre crianças porque sou uma entusiasta total do tema. O vídeo abaixo fala por si:
Grazie Gabinha pela dica, recomendo fortemente que vc pense em produzir umas crias daqui a 15 anos.
Como os daltônicos podem identificar as cores?
Pensar com a cabeça alheia deveria ser disciplina escolar obrigatória em qualquer currículo em todos os anos em todas as escolas do universo. É um exercício evolutivo poderoso e transformador, daqueles capazes de surpreender-nos a respeito de um assunto sobre o qual supostamente temos domínio: nós mesmos. É muito revelador, recomendo. As respostas que vêm dessa prática (e da reflexão causada por ela) também são capazes de resultar em soluções inesperadas pra problemas universais. Tá aqui um exemplo:
Saiu na Folha De São Paulo, em 07/10. Um designer português deu jeito em uma das minhas (tantas) angústias pessoais e profissionais: tentar entender como os olhos de alguém tão igual a mim não estão enxergando aquilo que eu estou vendo. Pior: e quando esse alguém é meu cliente? Como tentar explicar UMA COR, coisa que a gente aprende no maternal que parece tão primária? Pois Miguel Neiva saiu da caixinha, pensou como um daltônico e deu um jeito de fazer com que 10% da população masculina (400 milhões de homens, um universo bem representativo) conseguisse, se não perceber, pelo menos entender a cor verde, que habitualmente é confundida com o vermelho nos casos de daltonismo.
O diagrama, chamado de ColorADD, explica a formação das cores secundárias, baseadas nas primárias, e traz um símbolo pra representar cada uma das cores formadas pelos tons puros e por suas misturas, mais o preto e o branco. Conhecendo esse código, o portador de daltonismo identifica a cor pelo símbolo correspondente a ela. Simples – mais ainda depois que alguém dedica oito anos da vida estudando pra conceber a ideia.
Em Portugal, algumas cidades já usam o sistema em elementos de comunicação visual pública, e algumas empresas privadas, como fabricantes de tintas e lápis de cor, também estão usando a marcação de Neiva pra identificar seus produtos. Louvável. Quero que se torne uma linguagem universal.
Você se lembra do Flickr?
O Flickr surgiu em 2004 e se mantém como um dos líderes em compartilhamento de fotos na web, ao lado do Picasa Web. A interface do Flickr é muito amigável e o site é também uma rede social para upload de fotos artísticas, pessoais, comerciais, qualquer-coisa.
IMHO, a tendência é que o Flickr se torne principalmente um nicho de rede social para amantes de fotografia. Embora hoje seja muito simples enviar suas fotos para, por exemplo, o Facebook, o efeito é outro. O tipo de exposição e apreciação é outra. Na rede social genérica (e.g. Facebook), suas fotos são publicadas ostensivamente para todos os seus amigos, que estão recebendo ao mesmo tempo diversas outras informações sobre você, sobre sua vida, sobre onde fulano está, o que o vizinho gosta, o que seu primo curte. Não se questiona esse fluxo de informações do Facebook – pelo menos neste momento. Mas é diferente de uma rede específica para publicação e intercâmbio de fotos. No Flickr, o público é mais segmentado, em relação a imagens e fotografia.
O Flickr também provê uma API muito completa para se fazer plugins, scripts e programas. Há alguns meses, fizemos um plugin na plataforma de E-commerce da Polvo que mantém a conta do Flickr atualizada com o catálogo do cliente no site. Veja o resultado aqui. Além do fator social, o Flickr é também útil como catálogo de imagens, pois tem um bom ranking em buscas orgânicas e a apresentação visual é ótima. É fácil navegar entre as imagens, visualizar o que há nas galerias, e as fotos normalmente tem alta resolução.
Como fazer a fan page da sua marca no Facebook?
Presença nas redes sociais é item obrigatório no mix de divulgação de marca que deseja se estabelecer ou deslanchar em seu mercado. As possibilidades são diversas, gente dizendo que entende do assunto é o que não falta. A Polvo está aqui pra contar e provar que pode e sabe tirar proveito das comunidades online em prol de seus clientes.
Vamos falar de Facebook?
Se você esteve online nos últimos cinco anos, acompanhou o boom do Orkut e, mais recentemente, a explosão do Twitter. Livros, artigos, opiniões, previsões e todo tipo de informação foi dita a respeito do uso dessas redes – desde os alarmes sobre riscos reais relacionados a crimes, devaneios de gente com mania de perseguição e até a sugestão de usos impensáveis, como a ideia sensacional da padaria inglesa que avisa em tempo real sobre o pão quentinho a seus seguidores.
A bola da vez é o Facebook. Organizado, simples e com um modelo de interação muito mais amigável do que o Orkut, a comunidade do Homem do Ano, Mark Zuckerberg, cresce exponencialmente no Brasil e, nessa onda, lança constantemente novos produtos para fazer render seu potencial comercial. E angaria mais e mais usuários.
Pra quem quer pegar leve e começar a experimentar o Facebook como ferramenta de divulgação, mas sem investir em anúncios no site, a fan page é uma opção bem interessante. Qualquer conteúdo relacionado à marca pode ser divulgado neste canal: portfólio, lançamentos, promoções, sorteios, etc. A fan page pode ser desenvolvida em Flash (animada) ou HTML e levar o usuário para outras páginas da marca dentro do FB ou para um site externo. As possibilidades são infinitas e cada marca deve explorar o canal de forma única, voltada aos desejos de seus usuários aliados a seus objetivos comerciais.
A Polvo desenvolveu, entre as ações online para a Prata Fina, a fan page da rede de joias em Prata no Facebook. Sabemos que é um projeto em constante desenvolvimento e estamos atentos aos resultados para aprimorá-lo continuamente, mas estamos satisfeitos com a receptividade inicial que essa exposição está recebendo dos clientes de nosso cliente.
Se você veio parar nesse post em busca de um parceiro para trabalhar para sua marca na rede social que mais cresce no Brasil, encontrou. Entre em contato conosco e vamos realizar juntos!
APPs para uma cidade melhor
A cidade de Nova York criou um concurso e premiou os vencedores da segunda edição do “Big Apps 2.0″, evento criado para estimular desenvolvedores a criarem aplicativos para dispositivos móveis baseados em dados sobre a cidade e com a finalidade de, de qualquer forma, ajudar no cotidiano de seus habitantes.
Tem de tudo: avaliação de restaurantes (com direito a dados sobre visitas da vigilância sanitária local), horários de funcionamento de bibliotecas, turismo otimizado de acordo com verba e tempo disponíveis, e por aí vai. Chama a atenção a grande quantidade de facilitadores de mobilidade (vagas em estacionamentos, táxis livres, horários de trens/metrôs, etc). Legal perceber que, além de xingar muito no Twitter, tem gente também interessada em ajudar a resolver o aparentemente insolúvel problema do trânsito nas grandes cidades.
De novo, fui obrigada a tungar o post genial do Tiago Dória.
Compras coletivas – sua empresa deve ou não se envolver com esta novidade?
Publicada há alguns dias no PSFK, esta matéria questiona prós e contras da participação de comerciantes/prestadores de serviços em promoções de sites de compra coletiva. Bem interessante.
Bom pra quem?
Mais vale um cliente na mão do que 6 ou 7 voando
Que tal esse infográfico com dados espantosos a respeito dos investimentos e ações a serem realizados na manutenção e conquista de novos clientes?
E o quanto os “300 marketing leaders” acreditam na interação por meio de “experiências” pra semear o envolvimento com a marca? É pra refletir. E pra imprimir e levar pro freguês na próxima reunião.
Como as cores afetam os compradores online
MUITO LEGAL esse infográfico que versa sobre o comportamento do consumidor online com relação às cores, mas também design e usabilidade das lojas virtuais. Consideremos que fala sobre os hábitos dos compradores na gringa, mas gente costuma ser gente em todos os países desse mundão, certo?
Achei sensacional que boa parte dos usuários não volta a uma loja em que o design não agradou. Onde já se viu botar no ar e-commerce jeca? Vem na Polvo que a gente personaliza 100% pra você!
via Trabalho Sujo







