Sua empresa criou um site, uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um canal no YouTube e uma conta no Instagram, mas ainda não sabe o que vai fazer com todas essas ferramentas?
Se você chegou até aqui quer dizer que tem interesse e se preocupa com a impressão da sua marca, empresa, produto ou serviço na internet. Esse é um ótimo começo, mesmo! Mas pode ser que todas estas ferramentas listadas acima não sejam úteis para seu público-alvo e consequentemente para sua empresa. Porque nas redes sociais seu trabalho deve ser totalmente focado no seu cliente, que também pode ser chamado de fã ou seguidor, ou seja, ele é quem guia a sua atuação nessas mídias.
Importante é gerar conteúdo interessante e que agregue algum valor, conhecimento ou informação que seu “fã” julga valiosa para ele. Para que lhe agregue algo e depois ele lembre que sua marca disse isso, mostrou uma solução para o problema dele.
A presença online de uma empresa é baseada em dois pontos: na geração de conteúdo relevante para seu cliente e no conteúdo relativo à sua empresa que esses clientes publicam nas redes sociais. E é nessa questão de conteúdo publicado pelos clientes que é preciso cuidado. Considerando que não há como proibir na internet, é possível reverter uma situação negativa gerada, mas é mais importante evita-la. É nesse momento que faz a diferença contar com profissionais da área que sabem o quê e como deve ser feito esse trabalho. Para que eventuais dificuldades maiores sejam evitadas e sua marca só ganhe com a presença nas redes sociais.

No período 1992-2012, a Internet teria sido a era do Need. Não se tinha nada. Era difícil achar as coisas, veio o Google. Era difícil comprar, veio a Amazon. Era difícil navegar, houve a guerra dos browsers. Email? Gmail. Chat? MSN. Falar? Skype. E várias outras áreas nas quais, apesar de ainda haver concorrência e evolução, o mercado já vai se estabilizando. As ferramentas e serviços já estão razoavelmente maduros.


