Que generoso e legal e grandioso que é esse Google. Além de ajudar a gente a responder qualquer pergunta, chegar a qualquer lugar e descobrir detalhes sórdidos sobre a vida de qualquer pessoa, ele também ajuda pessoas carentes pelo mundo. Com o meu, o seu, o nosso dinheirinho. Mas a gente aprova! Pra mostrar pros clientes as obras que realizarão no próximo ano, eles criaram um cartão de Boas Festas. Ó que lindo!
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WWF, arquivo que não pode ser impresso
Quantas vezes na vida você já mandou pro freguês uma minuta de contrato e ele, muito proativo, foi lá, imprimiu e assinou? Nenhuma? Sorte a sua! Já aconteceu comigo muitas vezes. Além de dar o maior fuzuê e da forçosa explicação do significado da expressão minuta, a atitude da freguesia afobada maltrata um pedaço valioso e insubstituível da cadeia do processo: a mãe natureza. Fácil, fácil, uma besteirinha dessa consome vinte folhas de papel branquinho além das vinte que seriam utilizadas para o contrato definitivo.
Como contornar a situação? Enviar o e-mail com a orientação clara ao cliente de que a minuta é um rascunho para aprovação e posterior oficialização, correndo o risco de ele se ofender com a explicação “óbvia”? Mandar JPGs, e ainda assim arriscar receber as imagens autografadas? Como lidar?
O WWF (Fundo Mundial para a Natureza – “organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações”) desenvolveu uma ferramenta que converte arquivos para o formato PDF com restrição a impressão, ou seja: pra imprimir esses, só fazendo printscreen. E a extensão deles é WWF. Que joia!
Agora, já existe o WWF Converter para Mac e PC. O mote da campanha é muito genial: SAVE AS WWF, SAVE A TREE. E a marca é ainda mais massa, olha só:
Obrigada à pequena Gabinha pela dica de tema para o post!
Bicicleta elétrica – uma opção limpinha para o transporte
Todo mundo que circula nas cidades hoje sabe o quanto o trânsito é caótico, estressante, sujo e desperdiçador de tempo da gente. E todo mundo também tá careca de saber, ler e ouvir falar que a bicicleta é uma opção econômica, relaxante e limpinha para essa situação e que, muitas vezes, substitiu o carro/ônibus numa boa.
Pois bem. A montadora alemã Volkswagen, quem diria!, apresentou na feira Auto Show 2010, em Pequim, seu modelo (lindo!) para uma bicicleta elétrica:
Ainda sem anunciar datas ou valores, a VW confirma que tem a intenção de produzir em série a bicicleta, que poderá ser carregada numa tomada doméstica comum ou então naquele equipamento ultrapassado conhecido como “isqueiro do carro”.
Além de bonitinha, a bike também é ultraportátil: ela se dobra toda pra caber lindamente em espaços limitados. Diiiizem por aí que esse esquema de dobrar é para fazê-la encaixar-se no compartimento em que ficaria o estepe de alguns veículos VW. Assim, ela seria vendida como um acessório do veículo.
Não é querer falar, mas muito logo você também vai poder não-pedalar a sua bike elétrica por aí. Estamos preparando o lançamento da loja virtual de um cliente que atuará nesse ramo. Taí a (linda!) marca, obra da casa:

Aguardeeemmm!
No Impact Man – um ano vivendo sem produzir impacto ambiental
Sem elevador, carro, trem ou avião. Sem produtos industrializados de nenhuma categoria – comida, cosméticos, etc. Sem eletricidade, sem depositar lixo para coleta. A princípio, pode parecer que Colin Beavan se excedeu na marijuana orgânica e resolveu praticar aquele esporte chato do desprendimento material. Mas, ao assistir o trailler do documentário sobre a experiência dos Beavan, dá pra reconhecer o quanto a família aprendeu e ganhou com a experiência:
Quase chorei quando o tio mandou fora os potinhos de banheiro da dama. JÁ PENSOU?
Imagina só: um ano vivendo produzindo o menor impacto ambiental possível, reciclando lixo, comendo apenas vegetais orgânicos, usando como transporte bicicleta ou os próprios pés, subindo de escada ao invés de elevador. E o mais louco de tudo: criar uma criança de dois anos durante esses doze meses de libertação, sem Hi5 ou Lazy World. Muita gente chama de extremismo e diz que a iniciativa é lugar-comum e caça-níquel. Eu já acho que, se todo mundo fizesse diariamente um pedacinho do que os Beavans fizeram durante um ano todo, dava pra melhorar facinho a vida nesse mundão e colaborar para o fim dessas ventanias e chuvaradas entremeadas de calores infernais. Prontofalei.
VW – The Fun Theory
Taí um jeito lindo de viralizar uma campanha: a Volkswagen da Suécia está nas ruas com uma ação chamada “The Fun Theory”, que prega a diversão como solução para questões ambientais, comportamentais, sociais, etc. Para divulgar a campanha, a Empresa criou alguns vídeos (meu predileto é esse abaixo, tem mais dois no site) e também um concurso que premiará com 2.500 euros o participante que enviar o vídeo mais criativo e alinhado à “teoria da diversão”. Os daos sobre os resultados das ações dos vídeos são impressionantes e servem pra comprovar a teoria do Bozo: Sempre rir, sempre rir, pra viver é melhor sempre rir.
Fun can obviously change behaviour for the better.
Explorando uma baleia azul
Super ideia linda e tocante: a Sociedade pela Conservação das Baleias e Golfinhos colocou no ar este banner em 2007. A experiência continua sendo única: por meio de mais de 10.000 imagens fundidas, é possível explorar com detalhes cada pedacinho de pele da baleia azul, cercada por pequenas bolhas e pelo som do fundo do mar. Quando você pousa o mouse sobre o botão de fechar, a mensagem sugere que você pense antes de clicar, pois essa pode ser sua última oportunidade de ver uma baleia azul “viva”.
Taqui o link para o site da campanha contra a matança das bichinhas.
Wisdom
De acordo com o pouco que pesquisei, Andrew Zuckerman é, primordialmente, diretor de filmes publicitários (tá ligado que é muito brega chamar “comercial” de VT?). Eu nunca tinha ouvido falar dele até hoje, quando li alguma coisa sobre seu mais recente projeto, o livro/documentário “Wisdom“:
Taí o trailler; no site oficial tem um player maiorzão.
Cliquei na flechinha do player durante o expediente e tive que engolir o choro. Agora que estou sozinha, inundei o escritório antes de o trailler acabar de carregar. Depois de assistir “Butch Cassidy and the Sundance Kid ” na semana passada, de cara encontrar com Robert Redford tiozão falando de um tema tão lagrimante foi demais para o meu combalido coração. De todas as grandes cabeças brancas que o seguem, me chamou mais atenção o artista plástico e fotógrafo Chuck Close, cuja primeira frase é “Me ensinaram que inspiração é para imaturos; os outros correm atrás e colocam a mão na massa.” PUXA VIDA, puxa vida, tô quase deletando a categoria INSPIRAÇÃO deste blog. Que lindo, que simples, que sábio.
Tem pra comprar aqui.



