Armazém Seu Luiz – caixa e sacolas

Ficaram lindas de viver as embalagens de presente que criamos para o Armazém Seu Luiz/Casa da Azeitona. Chiques, resistentes e apetitosas!

4-inteiras

Impressas apenas em preto sobre papel kraft, as sacolas e a caixa podem ser personalizadas de acordo com a loja em que serão usadas, já que a logo é adesivada à superfície do material.

Como os daltônicos podem identificar as cores?

Pensar com a cabeça alheia deveria ser disciplina escolar obrigatória em qualquer currículo em todos os anos em todas as escolas do universo. É um exercício evolutivo poderoso e transformador, daqueles capazes de surpreender-nos a respeito de um assunto sobre o qual supostamente temos domínio: nós mesmos. É muito revelador, recomendo. As respostas que vêm dessa prática (e da reflexão causada por ela)  também são capazes de resultar em soluções inesperadas pra problemas universais. Tá aqui um exemplo:

Saiu na Folha De São Paulo, em 07/10. Um designer português deu jeito em uma das minhas (tantas) angústias pessoais e profissionais: tentar entender como os olhos de alguém tão igual a mim não estão enxergando aquilo que eu estou vendo. Pior: e quando esse alguém é meu cliente? Como tentar explicar UMA COR, coisa que a gente aprende no maternal que parece tão primária? Pois Miguel Neiva saiu da caixinha, pensou como um daltônico e deu um jeito de fazer com que 10% da população masculina (400 milhões de homens, um universo bem representativo) conseguisse, se não perceber, pelo menos entender a cor verde, que habitualmente é confundida com o vermelho nos casos de daltonismo.

O diagrama, chamado de ColorADD, explica a formação das cores secundárias, baseadas nas primárias, e traz um símbolo pra representar cada uma das cores formadas pelos tons puros e por suas misturas, mais o preto e o branco. Conhecendo esse código, o portador de daltonismo identifica a cor pelo símbolo correspondente a ela. Simples – mais ainda depois que alguém dedica oito anos da vida estudando pra conceber a ideia.

Em Portugal, algumas cidades já usam o sistema em elementos de comunicação visual pública, e algumas empresas privadas, como fabricantes de tintas e lápis de cor, também estão usando a marcação de Neiva pra identificar seus produtos. Louvável. Quero que se torne uma linguagem universal.

Todo mundo ama texturas

O The Pattern Foundry é uma biblioteca de texturas criadas por designers renomados que querem que a gente pague pra usar os desenhinhos que eles publicam.

azuli

Nada contra a pessoa querer receber pelo seu trabalho, muitos pelos contrários. Mas é meio difícil convencer o freguês a pagar por esse tipo de uso. Então, que as sugestões sirvam de inspiração pra quando a gente precisar desse tipo de imagem.

Lustre de balinha

Eu chamo de Yummy, que era o nome das primeiras balinhas com essa consistência que foram vendidas aqui na Bananaland; hoje, a Fini faz muitas variedades muito dilíça com muitos nomes. O pessoal da gringa chama de Gummi. Enfim. O lustre lindão abaixo foi produzido com aproximadamente 2.000 réplicas em acrílico do ursinho Yummy Gummi bala de gelatina:

lustre_gummy

Achei stáile.

Árvore genealógica modernosa

Árvore genealógica é sempre bacana, né? (NÃO VENDEMOS, CLIQUE E COMPRE AQUI OU AQUI)

arvore_genealogica

Porém, em geral elas têm essa cara de árvore, que até ontem eu achava aceitável. Mas, depois de ver os modelos mui modernos disponíveis no dite My Tree and Me,  já achei démodé. Pensando um pouquinho e usando a criatividade, é possível montar as origens da cria de forma muito original. Olha só:

Slice_Framed

Cobicei horrores, vou ter que arrumar aqui pra casa.

PS: não vendemos, fabricamos ou sabemos onde essas árvores podem ser encontradas! Se vira, meu povo!

Information is Beautiful – infográficos para a alegria de todos

Infográfico é tudo de bom nesta vida, né?

twitter

É uma forma leve, divertida, efetiva e chamativa de informar leitores de todas as categorias – das crianças à vovós, dos eruditos aos mobral, dos entusiasmados aos preguiçosos. Além disso, gráficos e esquemas em geral enriquecem o visual de websites ou de materiais impressos. E a gente gosta!

Quem também gosta é este rapaz David McCandless: ele é pai do Information is Beautiful, um site cheiiinho de infográficos sobre temas diversos, desenvolvidos por ele para ele mesmo ou para o The Guardian, publicação em que o gajo colabora. Vale navegar de cabo a rabo!

swineflu

Olhaí os países com os maiores índices de gripe suína até setembro/2009!

Pra quem tem medinho como eu, aqui tem um gráfico com estatísticas diversas sobre acidentes aéreos: principais destinos de voos que deram xabu, principais modelos de aeronaves envolvidas, meses mais perigosos, etc. Previna-se e não saia de casa sem ele!

Posters do rock! lml

É muita emoção, Brasil: recebemos por e-mail uma solicitação de post vinda do leitor Alexandre, que pedia que publicássemos algo sobre o trabalho de designers relacionados ao rock’n roll e citava Andy Warhol e suas capas, destacando a famosa banana para os grandes Velvet Underground.

(In)felizmente, a pauta do pessoal por aqui está apertada, então cometemos dois scaps – além de superatrasar a resposta a tão simpático contato, também fomos obrigados a desviar um pouco do tema. Ainda assim, é relacionado.

***

O pessoal do Foto na Parede resolveu fazer sua homenagem ao gênero mais bacanão da música e produziu uma série limitada de pôsters inspirados em grandes canções:

stones_poster

São seis opções do rooooock, queria todas na minha sala.

Copa em SP – a marca

sp_marca_copa

A marca, a logo, o logo, a logomarca, whatever. Fato é que está causando um rebuliço louco a cousa que a MPM criou para carimbar a participação da cidade de SP na Copa de 2014. Particularmente, não consigo ver ali nem os jogadores, nem o voleio: minha abstração para em “S e P” e “bolinhas” – aqui tem uma breve justificativa. Além da esculhambação geral na página do Flickr dedicada à imagem, o pessoal muito web 2.0 já criou um Tumblr hilário e aberto a participações externas pra quem quiser expressar sua criatividade usando os elementos que compõem a marca original. Taí a minha preferida até agora:

sp_publicitario
Hehaha. Tenho noja da classe.

Beijo pro Mau-ricio que pautou este post! :**

Cesc Grané

Completamente in love pelo trabalho de Cesc Grané. Pessoa misteriosa que, em todos os cantos dessa web, apenas deixa publicar que estuda e trabalha como freelancer em Barcelona.

niu_02

Além do belíssimo portfólio muy rico e colorido, o site do rapaz também é fonte de inspiração: simples e arrumadinho, sem realoads, passeios entre páginas, etc. Tudo o que precisa acontecer acontece ali, à direita da tela, com base no menu sempre aparente à esquerda:

cesc_grane

Se você pira em ser miguxo, no MySpace também tem.

Olimpíadas 2016

Cada vez que ouço a palavra Olimpíadas, vem à minha mente um filme publicitário (tá ligado que é muito brega chamar “comercial” de VT?) que passava no intervalo do Jornal Nacional. Um bando de criancinhas fazendo arte, dando cambalhotas e tal e, até onde me lembro, uma frase em off no final parecida com “Sabe o que eles estão fazendo? Treinando. Pras Olimpíadas do ano 2000.” Assino ou não assino o atestado de idade avançada?

Pra dar mais um empurrãzinho no trote galopante rumo à terceira idade, acabo de me deparar com as logos das cidades-candidatas a sede das Olimpíadas em 2016 (gente, o Maurício acabou de voltar de Pequim, é muito cedo!)! Enfim, vamos olhar:

Pela boniteza, eu escolheria Chicago. Pela elegância e pertinência, ficaria com Tokio. Mas acho que o negócio é ser muito do contra e ficar com Doha: além de ser a capital do distante Qatar (do qual eu nunca tinha ouvido falar, pra fazer rimar), a cidade teve as moral de apresentar a marca mais desprovida de noção de todas as candidatas. É um pássaro, é um avião?!

Tem meu voto!