Make your own Michael Jackson

Michael Jackson já é hors concours no que diz respeito à prática da bizarrice e falar desse tema aqui seria desperdício de teclagem. Importante é a quantidade de reações interessantes que o comportamento do cara acaba gerando. Meu mais recente achado é esta página, em que você terá a oportunidade de piorar aquilo que já é naturalmente muito ruim.

michael_jackson

O sorriso me cativou.

Netdisaster – destroy(ed by) the web!

Há mais de um mês, viviam nos rascunhos deste blog o link para o Netdisaster e a fofíssima imagem abaixo, que representa o “estrago” que as traquitanas disponíveis no site podem (poderiam, no causo) causar à sua página:

flower_power

Acho inofensivo e psicodélico.

Graças à enrolação pra atualizar o blog por conta de umas questões paralelas, só hoje voltei ao painel e ao link para o site. Porém, ao invés de navegar por um bom tanto de possibilidades de “sabotagem” ao site alheio (dava pra pichar – apenas em seu monitor, naturalmente – a interface e enchê-la de cacas, bombas, insetos e outras coisas mais),  tá um aviso do moço proprietário da ideia dizendo que tá com o saco cheio de empenhar tempo num projeto pointless e que é acusado por gigantes da web de funcionar como fachada pra ações de fraude e estelionato. (?!)

Credo.

Foto com Flash, foto sem Flash

Gente, como ri dessa parada a seu tempo:

com_semflash

Hoje já não vejo mais a mesma graça sincopante, mas ainda sorrio. Me lembrei dela quando um caminho tortuoso pelo mundo dos links me levou à galeria da fotógrafa mexicana Dulce Pinzon, que teve uma ideia bem batuta: fotografou trabalhadores latino-americanos em seus ambientes de trabalho (majoritariamente em NY) e trajados de acordo com o super-herói que mais se relaciona com a atividade desempenhada. Pequenos textos resumem a história de cada um dos personagens; a maior parte deles dá uma tristezinha. :~

flash

O Flash é cozinheiro e corredor nas horas vagas.
Manda 300 dólares por mês para a família no México.

E-mail da Mallu Magalhães

Mallu Magalhães é a atual figura mais divertida do meio musical brasileiro. Não porque sua produção tenha a qualidade de divertir os ouvintes/espectadores, mas porque qualquer aparição da menina é garantia de vergonha alheia. Não sei e não vou me dedicar a pensar sobre a razão por que a altista se comporta dessa forma (espero que só) em público, mas tenho certeza que dá pra ser bem mais boba e descompromissada filosoficamente com 16 anos. Pelo menos, eu fui; ainda assim, cantei (mal) um monte por aí.

Ríamos aqui na Polvo da Mallu ontem, enquanto a gata estava em destaque na capa da Meio Digital sobre a mesa de reunião, lembrando das reflexões rasas e confusas em que ela se perde durante qualquer entrevista. Cheguei em casa e fui folhear a última Info Exame, crente que mergulharia no mundo dos nerds sem trombar com qualquer interferência. EI-LA, o fenômeno da internet:

email da mallu

Clica que cresce!

Além da afirmação (he, precisa falar sobre a veracidade do dado?) usada na chamada, que fosse eu editora teria decidido que é um excelente motivo pra não ceder papel da revista para a altista, na mesma entrevista ela é perguntada se “É possível fazer música colaborativa pela internet”. O repórter está meio por fora do que anda rolando por aí, mas mesmo assim não merecia ouvir que “… Ou, ainda, em uma sala de bate-papo onde, em vez de palavras, fossem escritos sons“.

O_o

Cuma?

Electropânico

Esta dica aplica-se a todo mundo que quiser matar um tempo, mas seu principal valor é a mobilidade: se você também entra em pânico quando aquele leleke para (quando eu era criança escrevia-se pára, para melhor entendimento) seu 307 com cacarecos cromados ao lado do seu carro e lhe obriga a ouvir a música ruim que ele está ouvindo, agora você pode devolver pra ele de forma muito 2.0 a agressão – obrigando-o a ouvir a SUA música ruim, não só reproduzida mas também COMPOSTA por você. Clique aqui para iniciar sua carreira de electromaker via dispositivo móvel. Brinquei um pouco e sugiro, para intro, uma sucessão de T + F. Tenha cuidado se estiver usando fones.

eletropanico

E a carinha é assim United Colors of Benetton.

So many a second

Que coisa mais amorável! Aquele monte de estatísticas apavorante sobre o quanto a humanidade produz de coisas (físicas e digitais) repugnantes por segundo, entre outros dados sinistros e outros quase simpáticos, pode ser visualizado de um jeito muito massa aqui. E também é possível simular e sugerir a sua própria torrente de dados.

smas
Essa tela representa a chuva de árvores cortadas por segundo no planeta.

My very own Jackson Pollock

Serve pra nada – apenas pra você provar a si mesmo que o caminho para ser um alcoólatra perturbado artista plástico tá aí aguardando pra ser trilhado. Aqui, temos um Jackson Pollock Generator, em que qualquer um com habilidade para movimentar o mouse pode produzir uma réplica/similar das obras do artista:

j_pollock
Se eu posso, podiscrê que você também pode!

Polvo – inspirando a alta costura

Vi no BoingBoing, achei completamente adequado para este blog. A marca VECONA (que deve ser alemã, que me perdoem a ignorância caso eu esteja enganada), faz umas roupas mucho locas que mais parecem figurinos:

Me segura senão, guardadas as proporções, eu apareço assim pra trabalhar amanhã!

Neste ensaio, entitulado “Cabaré Gótico”, o estilista da marca deu tentáculos à imaginação e caprichou num vestido cuja saia é inspirada no nosso herói e muso, o polvo. Adorei:

e-motions

Já o e-motions é um brinquedo relativamente lerdo e completamente inútil, mas bem bacana de ficar cutucando.  A intenção da artista portuguesa Tânia Falcão é representar emoções e sensações por meio da ilustração e da animação 2D e o trabalho foi sem dúvida bem realizado.

Flagrei a cachopa sorrindo! :-D