BLOG DA POLVO! Inspirações, tendências, tecnologia, novidades, piadas internas, curiosidades, tiração de chapéu: aqui, a equipe da Polvo compartilha links, pensamentos e outros causos relacionados a web e design.
Quem tá exausto de existir em forma virtual agora tem um parceiro web para dar fim à sua vida 2.0 – o Suicide Machine. No fim das contas, você acaba fazendo a mesma coisa que acontece quando aperta o botão “deletar esta conta” de qualquer comunidade. Mas, usando esta ferramenta, você assiste o processo acontecendo gradativamente em sua tela. Hoje, você pode se matar do Facebook, do MySpace e do Linkedin, mas a equipe está trabalhando para que o processo esteja em breve funcionando para o Flickr e também para o Google.
Quando eu era criança vestibulanda, os candidatos aos cursos da área de ciências humanas da UFPR tinham que, além de realizar aquela prova mucho loca de questões com resultado de somatória, fazer também uma prova discursiva de história.
Tive muita sorte mesmo em ter durante o segundo grau (desculpa que no meu tempo não era ensino médio) dois professores espetaculares dessa disciplina, com a qual nunca simpatizei muito: Gastão Vieira de Alencar Junior (melhor nome) e a Priscilão (que era irmã do Ivo [professor de biologia do primeiro ano], mas não me lembro do sobrenome da família). Ambos eram eloquentes, engraçados e apaixonados pela matéria, então era impossível não assimilar alguma coisa.
Numa insana revisão de véspera, a Priscila deu uma pincelada em história contemporânea, que não tinha sido assim exploraaada durante o ano. Passamos pela Guerra Civil Espanhola e ela comentou sobre o retrato que Pablo Picasso havia feito representando o bombardeio sofrido por uma cidade espanhola. Achei impressionante, fui pra casa, dormi.
No dia seguinte, a famigerada prova discursiva. A última questão era uma reprodução do painel “Guernica”, que deveríamos interpretar e contextualizar. Dei pulinhos internos de alegria e passei no vestibular, brigada.
Semana passada, essa historinha voltou à minha mente quando trombei nesta internet de meu deus com uma renderização 3D da tela. Olha que maravilha:
Recém-saído do forno, o Portal da Editora OpusMaster foi ao ar nesta semana. A Polvo se orgulha de ter desenvolvido um trabalho tão consistente para a Editora, que tem a chancela dos 35 anos de experiência do Grupo Unificado. No site, o visitante pode conhecer as linhas de materiais oferecidas pela Opus para Educação Infantil e Ensino Fundamental, conhecer as últimas novidades relacionadas à área de educação, ler artigos de profissionais renomados e solicitar amostras, entre outras ações.
As escolas conveniadas têm à sua disposição materiais de apoio para download, questões sugeridas para avaliações, solicitação online de compra e outras facilidades. Além de funcional e bem organizado, o site ficou lindo! Agradecemos a equipe do Cliente pela oportunidade e pela colaboração durante todo o processo, estamos muito orgulhosos do resultado.
Que tal um teclado em que o desenho das letras seja substituído por ícones?
Pois foi essa a ideia do designer Christopher DeLorenzo. Pra estimular crianças, jovens e adultos, o rapaz desenhou uma série de ícones que vão desde o pop até a antiguidade para adesivar o teclado.
O designer avisa que, quem curtir, pode escrever e ele avisa quando estiver à venda. Pede dois, que eu aceito!
Porém, em geral elas têm essa cara de árvore, que até ontem eu achava aceitável. Mas, depois de ver os modelos mui modernos disponíveis no dite My Tree and Me, já achei démodé. Pensando um pouquinho e usando a criatividade, é possível montar as origens da cria de forma muito original. Olha só:
Cobicei horrores, vou ter que arrumar aqui pra casa.
Sem elevador, carro, trem ou avião. Sem produtos industrializados de nenhuma categoria – comida, cosméticos, etc. Sem eletricidade, sem depositar lixo para coleta. A princípio, pode parecer que Colin Beavan se excedeu na marijuana orgânica e resolveu praticar aquele esporte chato do desprendimento material. Mas, ao assistir o trailler do documentário sobre a experiência dos Beavan, dá pra reconhecer o quanto a família aprendeu e ganhou com a experiência:
Quase chorei quando o tio mandou fora os potinhos de banheiro da dama. JÁ PENSOU?
Imagina só: um ano vivendo produzindo o menor impacto ambiental possível, reciclando lixo, comendo apenas vegetais orgânicos, usando como transporte bicicleta ou os próprios pés, subindo de escada ao invés de elevador. E o mais louco de tudo: criar uma criança de dois anos durante esses doze meses de libertação, sem Hi5 ou Lazy World. Muita gente chama de extremismo e diz que a iniciativa é lugar-comum e caça-níquel. Eu já acho que, se todo mundo fizesse diariamente um pedacinho do que os Beavans fizeram durante um ano todo, dava pra melhorar facinho a vida nesse mundão e colaborar para o fim dessas ventanias e chuvaradas entremeadas de calores infernais. Prontofalei.
Alguém (não sei quem, não tenho a fonte) resolveu representar e compartilhar com o mundo um dos maiores dilemas daqueles que trabalham com criação: a aprovação de uma ideia.
Clica que cresce!
A discussão é recorrente e o papo pode ser meio cansativo para quem não é da área. Entretanto, quem é deve concordar comigo que, quanto mais insistirmos em exorcizar esses entraves, maior é a chance de eles deixarem de existir. Ao lembrar os culpados dos resultados (ou dos des-resultados) de suas ações, talvez estejamos oferecendo a oportunidade de eles avaliarem sua postura e, quem sabe, deixar o trabalho de criação pra quem sabe e está sendo remunerado para fazê-lo.
Eu não sabia que os dálmatas nasciam sem pintas. E você?
Aprendi hoje, no Learn Something Every Day, um site muito ajeitadinho que, diariamente, traz uma curiosidade pra gente contar no boteco acompanhada de uma ilustração simplezinha, mas honesta. A notícia pode ser meio velha (eles estão no ar desde primeiro de agosto), mas publiquei porque a ideia tem seu valor. Assine o RSS ou envie a sua contribuição.
Hoje, 9 de novembro, faz cinco anos que navegar na web virou uma experiência muito mais legal, rica e amigável.
O lançamento da versão 1.0 do Mozilla Firefox está sendo comemorado de formas trimassas num hotsite especial para o evento – naturalmente, cheio de features colaborativas. A festa não é pra menos: hoje, o navegador só perde para o famigerado Internet Explorer em número de usuários. Se você ainda não aderiu, clique aqui e saia já dessa vida!
Quem não geme quando pensa em Lego põe o dedo aqui, que já vai fechar o abacaxi!
É praticamente impossível resistir ao apelo sentimental/sensorial das pecinhas que povoaram nossas infâncias e que, hoje, são utilizadas para uma porção de piras – todo mundo já visitou e babou neste álbum do Flickr que reconstitui imagens famosas usando Lego.
Encontrei navegando por esse web um balcão de cozinha americana (atóron!) revestida por 20.000 pecinhas de Lego. Pra que não acredita, taí:
Quantas vezes nesta vida a gente tá lá na humildade por esta web querendo arrancar apenas um texto/artigo/matéria de dentro de uma página, mas tem que acabar imprimindo toda a tela em questã, com menus, banners, pop-ups, o escambáu? O Dels da interwebs deu uma olhada aqui pra baixo e intercedeu por nós, sofredores: uma extensão do Firefox (POR FAVOR) salva-nos de todo o mal. O Aardwark te permite selecionar qualquer texto da página, dividindo-a em pedacinhos, e cospe da impressora uma folha com o resultado dessa limpeza, tudo reorganizado e economizando papel. Vejamos:
Blog da Polvo
Blog da Polvo pós-Aardwark. Se quiser, dá também pra excluir essa figurinha do vídeo!
Taí um jeito lindo de viralizar uma campanha: a Volkswagen da Suécia está nas ruas com uma ação chamada “The Fun Theory”, que prega a diversão como solução para questões ambientais, comportamentais, sociais, etc. Para divulgar a campanha, a Empresa criou alguns vídeos (meu predileto é esse abaixo, tem mais dois no site) e também um concurso que premiará com 2.500 euros o participante que enviar o vídeo mais criativo e alinhado à “teoria da diversão”. Os daos sobre os resultados das ações dos vídeos são impressionantes e servem pra comprovar a teoria do Bozo: Sempre rir, sempre rir, pra viver é melhor sempre rir.
Fun can obviously change behaviour for the better.