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	<title>Blog da Polvo Tecnologia e Comunicação &#187; falação</title>
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	<description>Blog da Polvo sobre design, web, desenvolvimento e piras diversas</description>
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		<title>Guernica em 3D</title>
		<link>http://www.polvo.com.br/blog/2009/12/08/guernica-em-3d/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carla</dc:creator>
				<category><![CDATA[falação]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu era criança vestibulanda, os candidatos aos cursos da área de ciências humanas da UFPR tinham que, além de realizar aquela prova mucho loca de questões com resultado de somatória, fazer também uma prova discursiva de história.
Tive muita sorte mesmo em ter durante o segundo grau (desculpa que no meu tempo não era ensino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu era criança vestibulanda, os candidatos aos cursos da área de ciências humanas da UFPR tinham que, além de realizar aquela prova mucho loca de questões com resultado de somatória, fazer também uma prova discursiva de história.</p>
<p>Tive muita sorte mesmo em ter durante o segundo grau (desculpa que no meu tempo não era ensino médio) dois professores espetaculares dessa disciplina, com a qual nunca simpatizei muito: Gastão Vieira de Alencar Junior (melhor nome) e a Priscilão (que era irmã do Ivo [professor de biologia do primeiro ano], mas não me lembro do sobrenome da família).  Ambos eram eloquentes, engraçados e apaixonados pela matéria, então era impossível não assimilar alguma coisa.</p>
<p>Numa insana revisão de véspera, a Priscila deu uma pincelada em história contemporânea, que não tinha sido assim exploraaada durante o ano. Passamos pela Guerra Civil Espanhola e ela comentou sobre o retrato que Pablo Picasso havia feito representando o bombardeio sofrido por uma cidade espanhola. Achei impressionante, fui pra casa, dormi.</p>
<p>No dia seguinte, a famigerada prova discursiva. A última questão era uma reprodução do painel <em>&#8220;Guernica&#8221;</em>, que deveríamos interpretar e contextualizar. Dei pulinhos internos de alegria e passei no vestibular, brigada.</p>
<p>Semana passada, essa historinha voltou à minha mente quando trombei nesta internet de meu deus com uma renderização 3D da tela. Olha que maravilha:</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/I_65LYLzvvI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/I_65LYLzvvI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Juliet, Naked &#8211; novo livro de Nick Hornby</title>
		<link>http://www.polvo.com.br/blog/2009/09/18/juliet-naked-novo-livro-de-nick-hornby/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 14:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carla</dc:creator>
				<category><![CDATA[falação]]></category>
		<category><![CDATA[refletindo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[nick hornby]]></category>

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		<description><![CDATA[Nick Hornby é um homem de áries (alguém duvidava?) e nosso (licença poética) escritor do coração. Não é o preferido, nem o mais brilhante, mas há nele um algo único e inexplicável, que faz seus livros parecerem ter sido escritos por aquele camarada gozado que todo mundo conhece e isso é muito cativante. Os personagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nick_Hornby" target="_blank">Nick Hornby</a> é um homem de áries (alguém duvidava?) e nosso (licença poética) escritor do coração. Não é o preferido, nem o mais brilhante, mas há nele um algo único e inexplicável, que faz seus livros parecerem ter sido escritos por aquele camarada gozado que todo mundo conhece e isso é muito cativante. Os personagens e situações são sempre muito verossímeis, ele é fã de coisas boas do pop e seu texto está sempre influenciado por elas e por seu dilicioso humor inglês.</p>
<p>Seus dois últimos livros (Slam, de 2008, e Uma Longa Queda, de 2005) não tiveram a mesma receptividade louca que os primeiros Alta Fidelidade, Um Grande Garoto e Como Ser Legal. Diiiiiiiz-se por aí que este Juliet, Naked é de arrebentar a boca do balão &lt;/vó&gt; e nos traz de volta o Nick que conhecemos. Tucker Crowe (que seja ele o novo Rob Gordon) é um cantor meio <em>one hit wonder</em>, que se isola logo em seguida do grande sucesso e, com isso, dá aos fãs enlouquecidos a oportunidade de pirarem procurando pistas sobre seu &#8220;desaparecimento&#8221; em títulos e letras de canções. No geral, o livro é uma reflexão sobre o mundo das celebridades e os fãs insanos. Promete e eu quero!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.polvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/juliet.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-679" title="juliet" src="http://www.polvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/juliet-300x300.jpg" alt="juliet" width="300" height="300" /></a><br />
<em>Encomenda <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1594488878?ie=UTF8&amp;tag=observercom-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1594488878" target="_blank">lá</a> pra mim. </em></p>
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		<title>Você trabalha por dinheiro? ou Pintou mais uma revolta</title>
		<link>http://www.polvo.com.br/blog/2009/06/18/voce-trabalha-por-dinheiro-ou-pintou-mais-uma-revolta/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carla</dc:creator>
				<category><![CDATA[falação]]></category>
		<category><![CDATA[refletindo]]></category>
		<category><![CDATA[sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui na Polvo todo mundo pratica o tradicional esporte de trocar tempo, conhecimento (expertise também, também), inteligência, dedicação, estrutura, talento e tudo aquilo que você deve ter e que, durante a maior parte do seu tempo, também está trocando com alguém (ou com muitas pessoas), por dinheiro.
Por dinheiro a gente entende montante para viver com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na Polvo todo mundo pratica o tradicional esporte de trocar tempo, conhecimento (<em>expertise</em> também, também), inteligência, dedicação, estrutura, talento e tudo aquilo que você deve ter e que, durante a maior parte do seu tempo, também está trocando com alguém (ou com muitas pessoas), por dinheiro.</p>
<p>Por <em>dinheiro</em> a gente entende montante para viver com dignidade e conforto compatível àquilo que nossas criações burguesas compreendem como suficientes, pagar as contas (isso, isso: luz, água, telefone, condomínio, escola das crianças, seguro do carro, etc), fomentar o &#8220;crescimento sustentável&#8221; da firma (ou seja, sem vender a alma pro banco) e, anualmente, cometer o excesso de viajar durante uma semaninha. É mais ou menos parecido com o que você vive? Sim ou não, é a <strong>nossa</strong> realidade. E ás vezes é tão libertador poder compartilhá-la!</p>
<p>Você já tentou (ou já presenciou alguém) entrar no supermercado e botar R$ 200 de mercadorias no carrinho, mas só pagar R$ 100? Já olhou uma calça de R$ 400 na vitrine da loja up-to-date e entrou dando bronca na vendedora dizendo que no Shopping das Fábricas tem jeans por R$ 40? Já tentou convencer seu médico de que precisa só de uma &#8220;cirurgiazinha&#8221;? E na concessionária &#8211; &#8220;Olha, comprei mês passado, mas furei o sinal vermelho e um cara destruiu a lateral, conserta na moral pra mim&#8221;? Duvido. Acredito se tiver vídeo.</p>
<p>Maaaaaaas, se você é desta nossa área (ou de alguma outra qualquer que tenha que conviver com essa impensável situação) talvez tenha que constantemente explicar pra algum cliente, com educação e de forma didática, que uma &#8220;alteraçãozinha&#8221; é trabalho. E que talvez ele não consiga dimensionar exatamente esse diminutivo porque simplesmente não é da área. E que (essa parte geralmente fica como mantra interno) você nunca passou na empresa dele e tentou levar um produto ou serviço na faixa &#8211; não que tenha faltado vontade, mas porque é dessa forma que o mundo capitalista funciona tanto no caminho de ida quanto de volta (a gente pode <strong>permutar</strong>, quando convém a ambos).</p>
<p>Eu passo vontade diariamente. Além de estar grávida (he), sou GENTE. Muito menos suscetível do que a massa aos apelos de consumo, mas suscetível, sim. Quero ter um suupercarro, suuuper casacos e botas, um celular turbo, o set de roupas de bebê mais cool deste Brasil, cabelos, pele e corpo suuuperbem tratados, todos os livros do mundo, uma mesa na sala pra mais do que 4 pessoas. Não tenho porque, hoje, não dá. Não que os fornecedores dessas paradas sejam daquele tipo desprezível de ser humano que ousa trocar esses itens por dinheiro (!), mas porque o dinheiro que eu tenho apenas não é suficiente pra viver e ter tudo isso.</p>
<p>O que eu faço?</p>
<p>Procuro aquilo que cabe no meu bolso. Sem ofender ou destratar ninguém por estar tentando me cobrar quanto acredita que seu produto/serviço valha. E sem pelamordedeus tentar convercer alguém de que seu trabalho possa/deva ser realizado de graça ou por 1/3 do valor pedido. POR DEUS, não pode fazer isso. Dignidade já.</p>
<p style="text-align: left;">Da mesma forma como já fomos recebidos como mercenários, colecionamos relatos de clientes que optaram pela Polvo porque nosso trabalho era o mais barato, ou pelo menos o que apresentava mais benefício considerando o valor solicitado. Prova que o mercado tá aí, cheio de opções. Dá pra desfilar de calça de R$ 400 ou de R$ 40, só não vale pedir caridade. <strong>Isso a gente faz:</strong> pra quem notoriamente precisa e merece.</p>
<p style="text-align: left;">Ah, aliviei.</p>
<p style="text-align: left;">***</p>
<p style="text-align: left;">Este post foi inspirado por uma série de passagens que presenciei nos últimos dias e também no mui adequado vídeo enviado por meu camaradinha Diego (desculpa, <a href="http://www.polvo.com.br/blog/author/diego/">Diego</a>: tenho outro), que parece que estava esperando no meu inbox pra ser assistido na hora certa. E a hora certa chegou há uma hora:</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uP8OhGzWat0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/uP8OhGzWat0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>The Type Directors Club &#8211; vencedores 2009</title>
		<link>http://www.polvo.com.br/blog/2009/03/25/the-type-directors-club-vencedores-2009/</link>
		<comments>http://www.polvo.com.br/blog/2009/03/25/the-type-directors-club-vencedores-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 23:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carla</dc:creator>
				<category><![CDATA[falação]]></category>
		<category><![CDATA[letras]]></category>

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		<description><![CDATA[Piras num digitado? Então clicai e conhecei as vencedoras do &#8220;Type Directors Club Typeface Design Competition 2009&#8243;. Xonei muito em duas eleitas:
 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Piras num digitado? Então <a href="http://tdc.org/tdc/tdc2-2009-winners" target="_blank">clicai</a> e conhecei as vencedoras do &#8220;Type Directors Club Typeface Design Competition 2009&#8243;. Xonei muito em duas eleitas:</p>
<p><a href="http://www.polvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/montague.jpg"><img class="size-medium wp-image-471 alignleft" title="montague" src="http://www.polvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/montague-223x300.jpg" alt="montague" width="223" height="300" /> </a><a href="http://www.polvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/expo.jpg"><img class="size-medium wp-image-472 alignright" title="expo" src="http://www.polvo.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/expo-189x300.jpg" alt="expo" width="189" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O(s) maior(es) palíndromo(s) do mundo</title>
		<link>http://www.polvo.com.br/blog/2009/03/10/os-maiores-palindromos-do-mundo/</link>
		<comments>http://www.polvo.com.br/blog/2009/03/10/os-maiores-palindromos-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 13:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carla</dc:creator>
				<category><![CDATA[falação]]></category>
		<category><![CDATA[palíndromo]]></category>

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		<description><![CDATA[Palíndromo é aquela expressão/frase/número que conseguimos ler de trás pra frente e de frente pra trás e ela permanece igual (a Wikipedia versa mais profundamente sobre o tema): como exemplo, cito o clássico &#8220;Socorram-me! Subi no ônibus em Marrocos!&#8221;.
Se já parece admirável conseguir fazer essa mágica com poucas palavras, sinistro deve ser produzir um texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palíndromo é aquela expressão/frase/número que conseguimos ler de trás pra frente e de frente pra trás e ela permanece igual (a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%ADndromo" target="_blank">Wikipedia</a> versa mais profundamente sobre o tema): como exemplo, cito o clássico &#8220;Socorram-me! Subi no ônibus em Marrocos!&#8221;.</p>
<p>Se já parece admirável conseguir fazer essa mágica com poucas palavras, sinistro deve ser produzir um texto nessas condições. Tem gente que consegue e se lambuza: é o caso de <a href="http://www.demetrimartin.com/" target="_blank">Demetri Martin</a>, comediante norte-americano, que produziu a sequência abaixo:</p>
<p><em>Dammit I&#8217;m mad.</em></p>
<p><em>Evil is a deed as I live.<br />
God, am I reviled? I rise, my bed on a sun, I melt.<br />
To be not one man emanating is sad. I piss.<br />
Alas, it is so late. Who stops to help?<br />
Man, it is hot. I&#8217;m in it. I tell.<br />
I am not a devil. I level &#8220;Mad Dog&#8221;.<br />
Ah, say burning is, as a deified gulp,<br />
In my halo of a mired rum tin.<br />
I erase many men. Oh, to be man, a sin.<br />
Is evil in a clam? In a trap?<br />
No. It is open. On it I was stuck.<br />
Rats peed on hope. Elsewhere dips a web.<br />
Be still if I fill its ebb.<br />
Ew, a spider… eh?<br />
We sleep. Oh no!<br />
Deep, stark cuts saw it in one position.<br />
Part animal, can I live? Sin is a name.<br />
Both, one… my names are in it.<br />
Murder? I&#8217;m a fool.<br />
A hymn I plug, deified as a sign in ruby ash,<br />
A Goddam level I lived at.<br />
On mail let it in. I’m it.<br />
Oh, sit in ample hot spots. Oh wet!<br />
A loss it is alas (sip). I’d assign it a name.<br />
Name not one bottle minus an ode by me:<br />
&#8220;Sir, I deliver. I&#8217;m a dog&#8221;<br />
Evil is a deed as I live.<br />
Dammit I&#8217;m mad.</em></p>
<p>E pode ser ainda pior: o escritor francês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_Perec" target="_blank">Georges Perec</a> pariu umas dessas brincadeiras com 1247 palavras!<br />
<span id="more-398"></span><br />
<em>Trace l&#8217;inégal palindrome. Neige. Bagatelle, dira Hercule. Le brut repentir, cet écrit né Perec. L&#8217;arc lu pèse trop, lis à vice-versa.</em></p>
<p><em>Perte. Cerise d&#8217;une vérité banale, le Malstrom, Alep, mort édulcoré, crêpe porté de ce désir brisé d&#8217;un iota. Livre si aboli, tes sacres ont éreinté, cor cruel, nos albatros. Etre las, autel bâti, miette vice-versa du jeu que fit, nacré, médical, le sélénite relaps, ellipsoïdal.</em></p>
<p><em>Ivre il bat, la turbine bat, l&#8217;isolé me ravale: le verre si obéi du Pernod &#8212; eh, port su ! &#8212; obsédante sonate teintée d&#8217;ivresse.</em></p>
<p><em>Ce rêve se mit &#8212; peste ! &#8212; à blaguer. Beh ! L&#8217;art sec n&#8217;a si peu qu&#8217;algèbre s&#8217;élabore de l&#8217;or évalué. Idiome étiré, hésite, bâtard replié, l&#8217;os nu. Si, à la gêne sècrete&#8211; verbe nul à l&#8217;instar de cinq occis&#8211;, rets amincis, drailles inégales, il, avatar espacé, caresse ce noir Belzebuth, ô il offensé, tire !</em></p>
<p><em>L&#8217;écho fit (à désert): Salut, sang, robe et été.</em></p>
<p><em>Fièvres.</em></p>
<p><em>Adam, rauque; il écrit: Abrupt ogre, eh, cercueil, l&#8217;avenir tu, effilé, genial à la rue (murmure sud eu ne tire vaseline séparée; l&#8217;épeire gelée rode: Hep, mortel ?) lia ta balafre native.</em></p>
<p><em>Litige. Regagner (et ne m&#8217;&#8230;).</em></p>
<p><em>Ressac. Il frémit, se sape, na ! Eh, cavale! Timide, il nia ce sursaut.</em></p>
<p><em>Hasard repu, tel, le magicien à morte me lit. Un ignare le rapsode, lacs ému, mixa, mêla:</em></p>
<p><em>Hep, Oceano Nox, ô, béchamel azur ! Éjaculer ! Topaze !</em></p>
<p><em>Le cèdre, malabar faible, Arsinoë le macule, mante ivre, glauque, pis, l&#8217;air atone (sic). Art sournois: si, médicinale, l&#8217;autre glace (Melba ?) l&#8217;un ? N&#8217;alertai ni pollen (retêter: gercé, repu, denté&#8230;) ni tobacco.</em></p>
<p><em>Tu, désir, brio rimé, eh, prolixe nécrophore, tu ferres l&#8217;avenir velu, ocre, cromant-né ?</em></p>
<p><em>Rage, l&#8217;ara. Veuglaire. Sedan, tes elzévirs t&#8217;obsèdent. Romain ? Exact. Et Nemrod selle ses Samson !</em></p>
<p><em>Et nier téocalli ?</em></p>
<p><em>Cave canem (car ce nu trop minois &#8212; rembuscade d&#8217;éruptives à babil &#8212; admonesta, fil accru, Têtebleu ! qu&#8217;Ariane évitât net.</em></p>
<p><em>Attention, ébénier factice, ressorti du réel. Ci-git. Alpaga, gnôme, le héros se lamente, trompé, chocolat: ce laid totem, ord, nil aplati, rituel biscornu; ce sacré bédeau (quel bât ce Jésus!). Palace piégé, Torpédo drue si à fellah tôt ne peut ni le Big à ruer bezef.</em></p>
<p><em>L&#8217;eugéniste en rut consuma d&#8217;art son épi d&#8217;éolienne ici rot (eh&#8230; rut ?). Toi, d&#8217;idem gin, élèvera, élu, bifocal, l&#8217;ithos et notre pathos à la hauteur de sec salamalec ?</em></p>
<p><em>Élucider. Ion éclaté: Elle ? Tenu. Etna but (item mal famé), degré vide, julep: macédoine d&#8217;axiomes, sac semé d&#8217;École, véniel, ah, le verbe enivré (ne sucer ni arreter, eh ça jamais !) lu n&#8217;abolira le hasard ?</em></p>
<p><em>Nu, ottoman à écho, l&#8217;art su, oh, tara zéro, belle Deborah, ô, sacre ! Pute, vertubleu, qualité si vertu à la part tarifé (décalitres ?) et nul n&#8217;a lu trop s&#8217;il séria de ce basilic Iseut.</em></p>
<p><em>Il à prié bonzes, Samaritain, Tora, vilains monstres (idolâtre DNA en sus) rêvés, évaporés:</em></p>
<p><em>Arbalète (bètes) en noce du Tell ivre-mort, émeri tu: O, trapu à elfe, il lie l&#8217;os, il lia jérémiade lucide. Petard! Rate ta reinette, bigleur cruel, non à ce lot ! Si, farcis-toi dito le coeur !</em></p>
<p><em>Lied à monstre velu, ange ni bête, sec à pseudo délire: Tsarine (sellée, là), Cid, Arétin, abruti de Ninive, Déjanire. . .</em></p>
<p><em>Le Phenix, eve de sables, écarté, ne peut égarer racines radiales en mana: l&#8217;Oubli, fétiche en argile.</em></p>
<p><em>Foudre.</em></p>
<p><em>Prix: Ile de la Gorgone en roc, et, ô, Licorne écartelée,</em></p>
<p><em>Sirène, rumb à bannir à ma (Red n&#8217;osa) niére de mimosa:</em></p>
<p><em>Paysage d&#8217;Ourcq ocre sous ive d&#8217;écale;</em></p>
<p><em>Volcan. Roc: tarot célé du Père.</em></p>
<p><em>Livres.</em></p>
<p><em>Silène bavard, replié sur sa nullité (nu à je) belge: ipséité banale. L&#8217; (eh, ça !) hydromel à ri, psaltérion. Errée Lorelei&#8230;</em></p>
<p><em>Fi ! Marmelade déviré d&#8217;Aladine. D&#8217;or, Noël: crèche (l&#8217;an ici taverne gelée dès bol&#8230;) à santon givré, fi !, culé de l&#8217;âne vairon.</em></p>
<p><em>Lapalisse élu, gnoses sans orgueil (écru, sale, sec). Saluts: angiome. T&#8217;es si crâneur !</em></p>
<p><em>. . .</em></p>
<p><em>Rue. Narcisse ! Témoignas-tu ! l&#8217;ascèse, là, sur ce lieu gros, nasses ongulées&#8230;</em></p>
<p><em>S&#8217;il a pal, noria vénale de Lucifer, vignot nasal (obsédée, le genre vaticinal), eh, Cercle, on rode, nid à la dérive, Dèdale (M. . . !) ramifié ?</em></p>
<p><em>Le rôle erre, noir, et la spirale mord, y hache l&#8217;élan abêti: Espiègle (béjaune) Till: un as rusé.</em></p>
<p><em>Il perdra. Va bene.</em></p>
<p><em>Lis, servile repu d&#8217;électorat, cornac, Lovelace. De visu, oser ?</em></p>
<p><em>Coq cru, ô, Degas, y&#8217;a pas, ô mime, de rein à sonder: à marin nabab, murène risée.</em></p>
<p><em>Le trace en roc, ilote cornéen.</em></p>
<p><em>O, grog, ale d&#8217;elixir perdu, ô, feligrane! Eh, cité, fil bu !</em></p>
<p><em>ô ! l&#8217;anamnèse, lai d&#8217;arsenic, arrérage tué, pénétra ce sel-base de Vexin. Eh, pèlerin à (Je: devin inédit) urbanité radicale (elle s&#8217;en ira&#8230;), stérile, dodu.</em></p>
<p><em>Espaces (été biné ? gnaule ?) verts.</em></p>
<p><em>Nomade, il rue, ocelot. Idiot-sic rafistolé: canon ! Leur cruel gibet te niera, têtard raté, pédicule d&#8217;aimé rejailli.</em></p>
<p><em>Soleil lie, fléau, partout ire (Métro, Mer, Ville&#8230;) tu déconnes. Été: bètel à brasero. Pavese versus Neandertal ! O, diserts noms ni à Livarot ni à Tir ! Amassez.</em></p>
<p><em>N&#8217;obéir.</em></p>
<p><em>Pali, tu es ici: lis abécédaires, lis portulan: l&#8217;un te sert-il ? à ce défi rattrapa l&#8217;autre ? Vise-t-il auquel but rêvé tu perças ?</em></p>
<p><em>Oh, arobe d&#8217;ellébore, Zarathoustra! L&#8217;ohcéan à mot (Toundra ? Sahel ?) à ri: Lob à nul si à ma jachère, terrain récusé, nervi, née brève l&#8217;haleine véloce de mes casse-moix à (Déni, ô !) décampé.</em></p>
<p><em>Lu, je diverge de ma flamme titubante: une telle (étal, ce noir édicule cela mal) ascèse drue tua, ha, l&#8217;As.</em></p>
<p><em>Oh, taper ! Tontes ! Oh, tillac, ô, fibule à reve l&#8217;Énigme (d&#8217;idiot tu) rhétoricienne.</em></p>
<p><em>Il, Oedipe, Nostradamus nocturne et, si né Guelfe, zébreur à Gibelin tué (pentothal ?), le faiseur d&#8217;ode protège.</em></p>
<p><em>Ipéca&#8230;: lapsus.</em></p>
<p><em>Eject à bleu qu&#8217;aède berça sec. Un roc si bleu ! Tir. ital.: palindrome tôt dialectal. Oc ? Oh, cep mort et né, mal essoré, hélé. Mon gag aplati gicle. Érudit rossérecit, ça freine, benoit, net.</em></p>
<p><em>Ta tentative en air auquel bète, turc, califat se (nom d&#8217;Ali-Baba !) sévit, pure de &#8212; d&#8217;ac ? &#8212; submersion importune, crac, menace, vacilla, co-étreinte&#8230;</em></p>
<p><em>Nos masses, elles dorment ? Etc&#8230; Axé ni à mort-né des bots. Rivez ! Les Etna de Serial-Guevara l&#8217;égarent. N&#8217;amorcer coulevrine.</em></p>
<p><em>Valser. Refuter.</em></p>
<p><em>Oh, porc en exil (Orphée), miroir brisé du toc cabotin et né du Perec: Regret éternel. L&#8217;opiniâtre. L&#8217;annu- lable.</em></p>
<p><em>Mec, Alger tua l&#8217;élan ici démission. Ru ostracisé, notarial, si peu qu&#8217;Alger, Viet-Nam (élu caméléon !), Israël, Biafra, bal à merde: celez, apôtre Luc à Jéruzalem, ah ce boxon! On à écopé, ha, le maximum</em></p>
<p><em>Escale d&#8217;os, pare le rang inutile. Métromane ici gamelle, tu perdras. Ah, tu as rusé! Cain! Lied imité la vache (à ne pas estimer) (flic assermenté, rengagé) régit.</em></p>
<p><em>Il évita, nerf à la bataille trompé.</em></p>
<p><em>Hé, dorée, l&#8217;Égérie pelée rape, sénile, sa vérité nue du sérum: rumeur à la laine, gel, if, feutrine, val, lieu-créche, ergot, pur, Bâtir ce lieu qu&#8217;Armada serve: if étété, éborgnas-tu l&#8217;astre sédatif ?</em></p>
<p><em>Oh, célérités ! Nef ! Folie ! Oh, tubez ! Le brio ne cessera, ce cap sera ta valise; l&#8217;âge: ni sel-liard (sic) ni master-(sic)-coq, ni cédrats, ni la lune brève. Tercé, sénégalais, un soleil perdra ta bétise héritée (Moi-Dieu, la vérole!)</em></p>
<p><em>Déroba le serbe glauque, pis, ancestral, hébreu (Galba et Septime-Sévère). Cesser, vidé et nié. Tetanos. Etna dès boustrophédon répudié. Boiser. Révèle l&#8217;avare mélo, s&#8217;il t&#8217;a béni, brutal tablier vil. Adios. Pilles, pale rétine, le sel, l&#8217;acide mercanti. Feu que Judas rêve, civette imitable, tu as alerté, sort à blason, leur croc. Et nier et n&#8217;oser. Casse-t-il, ô, baiser vil ? à toi, nu désir brisé, décédé, trope percé, roc lu. Détrompe la. Morts: l&#8217;Ame, l&#8217;Élan abêti, revenu. Désire ce trépas rêvé: Ci va ! S&#8217;il porte, sépulcral, ce repentir, cet écrit ne perturbe le lucre: Haridelle, ta gabegie ne mord ni la plage ni l&#8217;écart.</em></p>
<p>***</p>
<p>Nó no célebro, <a href="http://impostor.wordpress.com/2009/03/08/o-maior-palindromo-do-mundo/" target="_blank">via</a>.</p>
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