BLOG DA POLVO! Inspirações, tendências, tecnologia, novidades, piadas internas, curiosidades, tiração de chapéu: aqui, a equipe da Polvo compartilha links, pensamentos e outros causos relacionados a web e design.
Que tal um teclado em que o desenho das letras seja substituído por ícones?
Pois foi essa a ideia do designer Christopher DeLorenzo. Pra estimular crianças, jovens e adultos, o rapaz desenhou uma série de ícones que vão desde o pop até a antiguidade para adesivar o teclado.
O designer avisa que, quem curtir, pode escrever e ele avisa quando estiver à venda. Pede dois, que eu aceito!
Porém, em geral elas têm essa cara de árvore, que até ontem eu achava aceitável. Mas, depois de ver os modelos mui modernos disponíveis no dite My Tree and Me, já achei démodé. Pensando um pouquinho e usando a criatividade, é possível montar as origens da cria de forma muito original. Olha só:
Cobicei horrores, vou ter que arrumar aqui pra casa.
Sem elevador, carro, trem ou avião. Sem produtos industrializados de nenhuma categoria – comida, cosméticos, etc. Sem eletricidade, sem depositar lixo para coleta. A princípio, pode parecer que Colin Beavan se excedeu na marijuana orgânica e resolveu praticar aquele esporte chato do desprendimento material. Mas, ao assistir o trailler do documentário sobre a experiência dos Beavan, dá pra reconhecer o quanto a família aprendeu e ganhou com a experiência:
Quase chorei quando o tio mandou fora os potinhos de banheiro da dama. JÁ PENSOU?
Imagina só: um ano vivendo produzindo o menor impacto ambiental possível, reciclando lixo, comendo apenas vegetais orgânicos, usando como transporte bicicleta ou os próprios pés, subindo de escada ao invés de elevador. E o mais louco de tudo: criar uma criança de dois anos durante esses doze meses de libertação, sem Hi5 ou Lazy World. Muita gente chama de extremismo e diz que a iniciativa é lugar-comum e caça-níquel. Eu já acho que, se todo mundo fizesse diariamente um pedacinho do que os Beavans fizeram durante um ano todo, dava pra melhorar facinho a vida nesse mundão e colaborar para o fim dessas ventanias e chuvaradas entremeadas de calores infernais. Prontofalei.
Alguém (não sei quem, não tenho a fonte) resolveu representar e compartilhar com o mundo um dos maiores dilemas daqueles que trabalham com criação: a aprovação de uma ideia.
Clica que cresce!
A discussão é recorrente e o papo pode ser meio cansativo para quem não é da área. Entretanto, quem é deve concordar comigo que, quanto mais insistirmos em exorcizar esses entraves, maior é a chance de eles deixarem de existir. Ao lembrar os culpados dos resultados (ou dos des-resultados) de suas ações, talvez estejamos oferecendo a oportunidade de eles avaliarem sua postura e, quem sabe, deixar o trabalho de criação pra quem sabe e está sendo remunerado para fazê-lo.
Eu não sabia que os dálmatas nasciam sem pintas. E você?
Aprendi hoje, no Learn Something Every Day, um site muito ajeitadinho que, diariamente, traz uma curiosidade pra gente contar no boteco acompanhada de uma ilustração simplezinha, mas honesta. A notícia pode ser meio velha (eles estão no ar desde primeiro de agosto), mas publiquei porque a ideia tem seu valor. Assine o RSS ou envie a sua contribuição.
Hoje, 9 de novembro, faz cinco anos que navegar na web virou uma experiência muito mais legal, rica e amigável.
O lançamento da versão 1.0 do Mozilla Firefox está sendo comemorado de formas trimassas num hotsite especial para o evento – naturalmente, cheio de features colaborativas. A festa não é pra menos: hoje, o navegador só perde para o famigerado Internet Explorer em número de usuários. Se você ainda não aderiu, clique aqui e saia já dessa vida!