BLOG DA POLVO! Inspirações, tendências, tecnologia, novidades, piadas internas, curiosidades, tiração de chapéu: aqui, a equipe da Polvo compartilha links, pensamentos e outros causos relacionados a web e design.

Arquivo de junho de 2009 | Arquivo mensal

PREENCHIDA – Vaga para programador web jr

29 de junho de 2009 às 13:03 por carla

POLVO contrata:

Estamos procurando um programador web júnior que se enquadre no perfil descrito abaixo. Mas que se enquadre MESMO. Ficamos com muita vergonha alheia de quem vem aqui, mente e acaba rebolando pra resolver os exercícios que são aplicados durante a entrevista.

Além dos conhecimentos técnicos listados abaixo, seria ótimo que o candidato fosse minimamente humano, no sentido de reconhecer erros, limites, responsabilidades e a tênue linha que separa a camaradagem da burrice.

Se você se interessa ou conhece alguém que possa se interessar, o e-mail para contato está logo ali embaixo.

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Bom conhecimento em desenvolvimento web
Imprescindível: PHP, MySQL, XHTML, CSS, Webstandards, Javascript, Orientação a Objetos, MVC
Desejável: Java, Python, Linux

Interessados devem enviar e-mail para rh@polvo.com.br com currículo e pretensão salarial.

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Nick Cobbing – fotos na Groenlândia

27 de junho de 2009 às 19:09 por carla

Nick Cobbing é fotojornalista. Em 2007 (até onde consegui encontrar informação, não há nada muito específico), jogou-se na Groenlândia pra registrar imagens inacreditáveis do mundo de gelo. São texturas, cores e paisagens encantadoras e assombrosas, que ao mesmo tempo em que deixam o visitante boquiaberto, passam uma tremenda sensação de solidão e pequenez.

Em seu site, entre outras imagens, há dois sets – clica na foto pra visitá-los:

surface_tension
Surface Tension – se a Groenlândia derretesse, o nível do mar
em todo o mundo subiria 7 metros!

e

noorderlicht
Noorderlicht – um rolê de escuna do Ártico à Groenlândia.

Da série: Morte ao IE6

20 de junho de 2009 às 22:40 por polvo

Cartoon Ie6

E você, já largou essa coisa?

Valeu a dica João.

Você trabalha por dinheiro? ou Pintou mais uma revolta

18 de junho de 2009 às 13:48 por carla

Aqui na Polvo todo mundo pratica o tradicional esporte de trocar tempo, conhecimento (expertise também, também), inteligência, dedicação, estrutura, talento e tudo aquilo que você deve ter e que, durante a maior parte do seu tempo, também está trocando com alguém (ou com muitas pessoas), por dinheiro.

Por dinheiro a gente entende montante para viver com dignidade e conforto compatível àquilo que nossas criações burguesas compreendem como suficientes, pagar as contas (isso, isso: luz, água, telefone, condomínio, escola das crianças, seguro do carro, etc), fomentar o “crescimento sustentável” da firma (ou seja, sem vender a alma pro banco) e, anualmente, cometer o excesso de viajar durante uma semaninha. É mais ou menos parecido com o que você vive? Sim ou não, é a nossa realidade. E ás vezes é tão libertador poder compartilhá-la!

Você já tentou (ou já presenciou alguém) entrar no supermercado e botar R$ 200 de mercadorias no carrinho, mas só pagar R$ 100? Já olhou uma calça de R$ 400 na vitrine da loja up-to-date e entrou dando bronca na vendedora dizendo que no Shopping das Fábricas tem jeans por R$ 40? Já tentou convencer seu médico de que precisa só de uma “cirurgiazinha”? E na concessionária – “Olha, comprei mês passado, mas furei o sinal vermelho e um cara destruiu a lateral, conserta na moral pra mim”? Duvido. Acredito se tiver vídeo.

Maaaaaaas, se você é desta nossa área (ou de alguma outra qualquer que tenha que conviver com essa impensável situação) talvez tenha que constantemente explicar pra algum cliente, com educação e de forma didática, que uma “alteraçãozinha” é trabalho. E que talvez ele não consiga dimensionar exatamente esse diminutivo porque simplesmente não é da área. E que (essa parte geralmente fica como mantra interno) você nunca passou na empresa dele e tentou levar um produto ou serviço na faixa – não que tenha faltado vontade, mas porque é dessa forma que o mundo capitalista funciona tanto no caminho de ida quanto de volta (a gente pode permutar, quando convém a ambos).

Eu passo vontade diariamente. Além de estar grávida (he), sou GENTE. Muito menos suscetível do que a massa aos apelos de consumo, mas suscetível, sim. Quero ter um suupercarro, suuuper casacos e botas, um celular turbo, o set de roupas de bebê mais cool deste Brasil, cabelos, pele e corpo suuuperbem tratados, todos os livros do mundo, uma mesa na sala pra mais do que 4 pessoas. Não tenho porque, hoje, não dá. Não que os fornecedores dessas paradas sejam daquele tipo desprezível de ser humano que ousa trocar esses itens por dinheiro (!), mas porque o dinheiro que eu tenho apenas não é suficiente pra viver e ter tudo isso.

O que eu faço?

Procuro aquilo que cabe no meu bolso. Sem ofender ou destratar ninguém por estar tentando me cobrar quanto acredita que seu produto/serviço valha. E sem pelamordedeus tentar convercer alguém de que seu trabalho possa/deva ser realizado de graça ou por 1/3 do valor pedido. POR DEUS, não pode fazer isso. Dignidade já.

Da mesma forma como já fomos recebidos como mercenários, colecionamos relatos de clientes que optaram pela Polvo porque nosso trabalho era o mais barato, ou pelo menos o que apresentava mais benefício considerando o valor solicitado. Prova que o mercado tá aí, cheio de opções. Dá pra desfilar de calça de R$ 400 ou de R$ 40, só não vale pedir caridade. Isso a gente faz: pra quem notoriamente precisa e merece.

Ah, aliviei.

***

Este post foi inspirado por uma série de passagens que presenciei nos últimos dias e também no mui adequado vídeo enviado por meu camaradinha Diego (desculpa, Diego: tenho outro), que parece que estava esperando no meu inbox pra ser assistido na hora certa. E a hora certa chegou há uma hora:

Jen Stark – esculturas de papel

16 de junho de 2009 às 19:31 por carla

Tô embasbacada, beige, passada, e translúcida com as esculturas de papel e os desenhos de Jen Stark. PAREM TUDO.

jen_stark

COMO ASSIIIIIIM?

E a menina ainda é gatinha. Aqui é o blog dela.

Sight unseen – fotógrafos cegos

9 de junho de 2009 às 17:16 por carla

“I photograph what I imagine,” writes Evgen Bavcar. “You could say I’m a bit like Don Quixote. The originals are inside my head.”

Surpreendente é pouco pra falar das imagens da exposição Sight Unseen, que está rolando na Universidade da Califórnia. Os clicks são registros de fotógrafos com deficiência visual – quatro deles são completamente cegos.  Na minha humble, o set de Evgen Bavcar é o mais impressionante. Lindo, sensacional.

sight_unseen
Visor Vision, de Kurt Weston.

Aqui tem um link pra algumas das fotos na revista Time.

Copa em SP – a marca

3 de junho de 2009 às 12:19 por carla

sp_marca_copa

A marca, a logo, o logo, a logomarca, whatever. Fato é que está causando um rebuliço louco a cousa que a MPM criou para carimbar a participação da cidade de SP na Copa de 2014. Particularmente, não consigo ver ali nem os jogadores, nem o voleio: minha abstração para em “S e P” e “bolinhas” – aqui tem uma breve justificativa. Além da esculhambação geral na página do Flickr dedicada à imagem, o pessoal muito web 2.0 já criou um Tumblr hilário e aberto a participações externas pra quem quiser expressar sua criatividade usando os elementos que compõem a marca original. Taí a minha preferida até agora:

sp_publicitario
Hehaha. Tenho noja da classe.

Beijo pro Mau-ricio que pautou este post! :**

Estamos de olho

2 de junho de 2009 às 21:15 por carla

You thought we wouldn’t notice é o paraíso pra quem curte uma vergonha alheia. O blog é uma comunidade aberta destinada a todos que quiserem/puderem colaborar compartilhando aquelas obras que a delicadeza sugere que sejam chamadas de “inspiradas em”, mas que em português coloquial a gente chama de chupinzadas. Resista à tentação de clicar no skip da intro do site: ela apresenta exatamente qual é o espírito dos caras. Alguns casos até são questionáveis, como este. Outros, como este, dão até arrepio de VA aguda:

chupim21
O original.


chupim1
O “inspirado”. Aiimmmmmm!