The Type Directors Club – vencedores 2009
25 de março de 2009 às 20:31 por carlaPiras num digitado? Então clicai e conhecei as vencedoras do “Type Directors Club Typeface Design Competition 2009″. Xonei muito em duas eleitas:
Piras num digitado? Então clicai e conhecei as vencedoras do “Type Directors Club Typeface Design Competition 2009″. Xonei muito em duas eleitas:
Mallu Magalhães é a atual figura mais divertida do meio musical brasileiro. Não porque sua produção tenha a qualidade de divertir os ouvintes/espectadores, mas porque qualquer aparição da menina é garantia de vergonha alheia. Não sei e não vou me dedicar a pensar sobre a razão por que a altista se comporta dessa forma (espero que só) em público, mas tenho certeza que dá pra ser bem mais boba e descompromissada filosoficamente com 16 anos. Pelo menos, eu fui; ainda assim, cantei (mal) um monte por aí.
Ríamos aqui na Polvo da Mallu ontem, enquanto a gata estava em destaque na capa da Meio Digital sobre a mesa de reunião, lembrando das reflexões rasas e confusas em que ela se perde durante qualquer entrevista. Cheguei em casa e fui folhear a última Info Exame, crente que mergulharia no mundo dos nerds sem trombar com qualquer interferência. EI-LA, o fenômeno da internet:
Clica que cresce!
Além da afirmação (he, precisa falar sobre a veracidade do dado?) usada na chamada, que fosse eu editora teria decidido que é um excelente motivo pra não ceder papel da revista para a altista, na mesma entrevista ela é perguntada se “É possível fazer música colaborativa pela internet”. O repórter está meio por fora do que anda rolando por aí, mas mesmo assim não merecia ouvir que “… Ou, ainda, em uma sala de bate-papo onde, em vez de palavras, fossem escritos sons“.
O_o
Cuma?
Pra quem estava enjoando de tocar o Electrobrinquedo, trago outro teclado. Este mais específico: serve apenas para compor variações de Harder, Better, Stronger, Faster (não perca a vídeo-aula de cordenação motora no link). Clique aqui para remixar a canção.
Curtiu? Leva o Daft Punk pra tocar na sua casa!
Bill Ziman é artista plástico fulltime e ilustrador nas horas vagas/domésticas, quando torna-se subordinado de sua filha caçula, atualmente com quatro anos. Neste blog, ele publica as solicitações de desenhos feitas pela pequena tirana. A enorme maioria é reprovada e escrachada; boa parte deles papai comercializa e capitaliza para garantir o futuro da pequena.Vale pelo surrealismo dos pedidos da menina e pelas críticas ardentes que ela faz aos trabalhos.
The Brief: an octopus
The Critique: I don’t like the scary green fish because he’s bad. I want to help you. I want to erase him.
Job Status: Rejected
Palíndromo é aquela expressão/frase/número que conseguimos ler de trás pra frente e de frente pra trás e ela permanece igual (a Wikipedia versa mais profundamente sobre o tema): como exemplo, cito o clássico “Socorram-me! Subi no ônibus em Marrocos!”.
Se já parece admirável conseguir fazer essa mágica com poucas palavras, sinistro deve ser produzir um texto nessas condições. Tem gente que consegue e se lambuza: é o caso de Demetri Martin, comediante norte-americano, que produziu a sequência abaixo:
Dammit I’m mad.
Evil is a deed as I live.
God, am I reviled? I rise, my bed on a sun, I melt.
To be not one man emanating is sad. I piss.
Alas, it is so late. Who stops to help?
Man, it is hot. I’m in it. I tell.
I am not a devil. I level “Mad Dog”.
Ah, say burning is, as a deified gulp,
In my halo of a mired rum tin.
I erase many men. Oh, to be man, a sin.
Is evil in a clam? In a trap?
No. It is open. On it I was stuck.
Rats peed on hope. Elsewhere dips a web.
Be still if I fill its ebb.
Ew, a spider… eh?
We sleep. Oh no!
Deep, stark cuts saw it in one position.
Part animal, can I live? Sin is a name.
Both, one… my names are in it.
Murder? I’m a fool.
A hymn I plug, deified as a sign in ruby ash,
A Goddam level I lived at.
On mail let it in. I’m it.
Oh, sit in ample hot spots. Oh wet!
A loss it is alas (sip). I’d assign it a name.
Name not one bottle minus an ode by me:
“Sir, I deliver. I’m a dog”
Evil is a deed as I live.
Dammit I’m mad.
E pode ser ainda pior: o escritor francês Georges Perec pariu umas dessas brincadeiras com 1247 palavras!
(mais…)
Foi o mestre Danilo Chila que, em vão, tentou me ensinar umas coisas sobre espelhos quando eu estava no 2º ano do 2º grau. Ainda que guarde com carinho a lembrança das aulas, não tenho nem a mais vaga referência sobre seu conteúdo. Espelho pra mim é uma coisa tão misteriosa quanto simples: bota ali e ele vai mostrar lá ao contrário. Não é?
Não é. Sempre tem um nerd pra contar pra gente que não é, que legalz! Este rapaz Andrew Hicks é matemático e, entre outras piras, cria espelhos que não invertem o reflexo ou que mostram 360º ao redor sem deformar as imagens. Aqui tem uma galeria com alguns experimentos. Vale a visita pra dar nó no cérebro.
Medooo!
Esta dica aplica-se a todo mundo que quiser matar um tempo, mas seu principal valor é a mobilidade: se você também entra em pânico quando aquele leleke para (quando eu era criança escrevia-se pára, para melhor entendimento) seu 307 com cacarecos cromados ao lado do seu carro e lhe obriga a ouvir a música ruim que ele está ouvindo, agora você pode devolver pra ele de forma muito 2.0 a agressão – obrigando-o a ouvir a SUA música ruim, não só reproduzida mas também COMPOSTA por você. Clique aqui para iniciar sua carreira de electromaker via dispositivo móvel. Brinquei um pouco e sugiro, para intro, uma sucessão de T + F. Tenha cuidado se estiver usando fones.
E a carinha é assim United Colors of Benetton.