BabyMaker

Se você não é adepto dos meios naturais de chegar a esse fim ou deseja apenas fazer um test drive, a VW norte-americana te dá a solução: um BabyMaker virtual! Demora um pouquinho menos do que as habituais trinta e oito semanas, mas sai. E o resultado não decepciona:

Eu e meu distinto produzimos o gurizão aí de cima. Pra ser nosso mesmo, só faltam o cabelo preto e enrolado e a carinha enferrujada, ou seja, quase tudo. Mas tá valendo a brincadeira; excelente viral e possível argumento de convencimento pras moçoilas que crêem estar “no ponto”.

Arquivo de sotaques

Que coisa genial (deve ser a frase que eu mais uso por aqui, desculpa a falta de originalidade). Mas a idéia dos caras é muito genial realmente: um arquivo de sotaques de diveeeeersos idiomas desse mundão de Meu Deus. Além da amostra de áudio, os idiomas são apresentados também com identificação de região e sexo do falante que emprestou sua voz ao estudo. Excelente fonte de referência para atores, nerds trabalhando com dispositivos de reconhecimento de voz, entre outros malucos.

Mas a logo é MOITO FÊA.

Deixe seu recado

Quantas vezes nesta vida você tem que morder a língua pra não dizer umas verdades? Ou quantas vezes deixa o telefone beirar o toque e aperta o botãozinho vermelho mil vezes para certificar-se de que cancelou mesmo a ligação? Às vezes, pode ser também que apenas deseje formalizar ou registrar suas palavras. O Bureau of Communication tem uma boa alternativa para esses casos de medo/timidez/inconveniência: uma série de formulários para ocasiões diversas, em que, para dar seu recado, você precisa preencher apenas alguns campos em branco.

O formulário ainda tem uma adorável carinha retrô e a mensagem, naturalmente, é enviada por -mail para seu destinatário.

The Hidden Cost of War

Quando os EUA começaram as operações no Iraque, em 2003, o titio Rumsfeld (clica; a piada é velha mas continua imperdível) declarou que seriam “investidos” 60 bilhões de dólares na função. Hoje, sabe-se que esse valor passa dos 600 bilhões e que, ahm, basicamente as coisas continuam como estavam em 2003.

Nenhuma novidade pra quem assistiu Why We Fight? – que versa com clareza e sem buzinaço sobre os motivos porque, infelizmente, os EUA precisam estar constantemente em guerra, ainda que com razões meio capengas.

Coisa parecida fizeram essas pessoas. Só que resumiram o roteiro e conseguiram, em menos de três minutos, fazer uma animação bacana e direta sobre o destino desses 600 bilhões. Não é tão estarrecedor quanto o outro filminho, mas é inteligente, bem realizado e bonito. Conferes: